No dia a dia, muita expressão parece “natural”, mas fica errada quando vai para o papel. Se isso já aconteceu com você, saiba que é mais comum do que parece.
A ortografia do português tem detalhes: palavras parecidas, sentidos que mudam por uma letra e pronúncias que enganam. E falar nem sempre acompanha escrever.
“Com” é preposição, por isso a expressão fica em duas palavras: “Com certeza vou participar” e “Ela com certeza sabia do assunto”.
A forma certa é “exceção”, para algo que foge à regra: “Toda regra tem uma exceção”. Para memorizar, associe com “excepcional”, que tem a mesma base e ajuda a fixar a grafia.
Ele aparece em notas de rodapé e marcações digitais. Para não errar, lembre que a palavra é direta e não termina com “-ístico”.
Exemplos: “A meteorologia prevê calor” e “Consulto sites de meteorologia”. Para memorizar, pense em “meteoro”.
Ademais, lembre do verbo “paralisar”, também com “s”. Exemplos: “Paralisação do serviço” e “Paralisação temporária”.
Além dessas 15, existem outras muito erradas no cotidiano: “mecher”, “advinhar”, “subcídio”, “pertubar”, “cabelelero”, “sesta-feira” e “largata” são exemplos clássicos.
Ler com frequência ajuda porque você passa a enxergar a grafia correta tantas vezes que ela fica mais “natural” na memória.
Em dúvida, consulte dicionário. É um hábito simples que evita erro e ainda amplia o vocabulário. Além disso, revise antes de enviar ou publicar
Por fim, errar palavras é comum, porque o português tem nuances e exceções. Mas não precisa aceitar o erro como inevitável.