Captação Face-to-Face para ongs: tudo o que você precisa saber
A Captação Face-to-Face (cara a cara) é uma das formas mais eficientes de conquistar doadores de forma permanente para sua entidade ou ONG. Esse sistema de captação de recursos foi desenvolvido pela ONG Greenpeace na década de 90 e, logo após a sua criação, já começou a ser disseminada em diversos países e hoje já se encontra presente em quase todo mundo.
A forma de funcionamento é simples, é realizado através de um diálogo direto entre o captador de recursos e o doador. Os captadores saem nas ruas e abordam as pessoas que ali passam, contam a história da entidade, a sua finalidade e a importância dela e, por fim, perguntam para a pessoa se ela gostaria de ser uma doadora fixa da entidade através do cartão de crédito.
A eficácia desse método é incontestável, muitas ONG’s e entidades beneficentes afirmam que após utilizarem esse método de captação de recursos, suas receitas advindas de doações aumentaram consideravelmente.
Mas afinal, porque esse método é tão eficaz?
Pois além de mostrar o trabalho desenvolvido pela ONG, os captadores aproximam mais os doadores com a ONG, seja tirando eventuais dúvidas, ou mesmo pelo simples fato de trazer o calor humano que desperta nas pessoas o espirito de solidariedade.

Tudo isso também aliado as novas tecnologias, o que antes era realizado através de um formulário de papel que deixava o processo muito mais lento e com chances de erro, hoje ficou muito mais simples obter doações através da captação Face-to-Face, com um aplicativo para smartphone ou tablet, em poucos minutos os dados do novo doador são enviados e processados e instantaneamente já estão disponíveis, tudo isso com total segurança.Além disso, com os próprios dados enviados pelos captadores já são utilizados para elaborar estatísticas, relatórios, bem como novas estratégias para a captação de recursos.
Outro aspecto importante é em relação ao custo-benefício, enquanto outras modalidades como a mala direta podem ser bem mais caras e não tão eficientes, a captação Face-to-Face demonstra ser mais viável, tanto para as entidades grande porte, quanto para as de pequeno porte que estão começando.
http://www.rosapenido.com.br/dicas-para-captar-recursos-no-terceiro-setor/
Por fim, é necessário ter bons captadores, pessoas capacitadas, que tenham uma boa comunicação e abordagem para demonstrar ao possível doador os benefícios que a sua doação irá realizar. Outro ponto importantíssimo é demonstrar uma transparência em relação as receitas adquiridas, informar ao doador para onde seu dinheiro está sendo destinado, isso traz maior confiança para o doador, além disso, pesquisas apontam que um doador tende a continuar doando para a entidade por aproximadamente oito anos.
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